Upgrade de hardware e software

Pessoal,

É com satisfação que anuncio que criei um blog com domínio próprio e tudo! =D A ideia do novo blog CyberGi (também de novo nome) vai ser a mesma que esse aqui, ou seja, continuarei fazendo resenhas para os livros que eu gostar (principalmente os de ficção científica), comentarei sobre IA, tecnologia e computação em geral, astronomia e o que mais me interessar. Com mais umas coisinhas na manga, não revelarei ainda =)

Por isso, gostaria de pedir encarecidamente aos queridos leitores que atualizem seus leitores de RSS para o novo link: http://feeds.feedburner.com/CyberGi. Me desculpem pelo trabalho dado, mas vai valer a pena!

Por ora só tem um post lá, mas estou preparando alguns já, o objetivo é tentar publicar no mínimo 2 posts por semana. E bem-escritos, de preferência.

Me despeço desse blog que me serviu bem e aguardo vocês lá!

Steampunk – Histórias de Um Passado Extraordinário

Já ouviu falar de steampunk? Se não, a explicação curta: ficção ambientada na era vitoriana, com o uso da tecnologia das máquinas a vapor alçada ao seu maior desenvolvimento possível – isto é: o que poderia acontecer se tivéssemos ido além dos navios e trens a vapor e se as máquinas mecânicas de Babbage tivessem vingado?
Uma explicação mais longa e bem mais detalhada foi feita pela Ana Cristina aqui. Um excelente post para situar os desavisados =)

Capa da coletânea steam brazuca

Capa da coletânea steam brazuca

Esses dias uma coletânea steampunk me surpreendeu. Melhor ainda, uma coletânea brasileira! Algumas histórias são situadas na época do Brasil Império, quando os trens a vapor eram bem comuns por aqui. Mas há também histórias bacanas de outras partes do mundo.
Comentarei rapidinho sobre cada um dos contos:

O Assalto ao Trem Pagador, de Gianpaolo Celli – Apesar de ter achado um pouco confusa algumas descrições de cenas, a história é bem legal e dá uma causa diferente e interessante à Guerra Franco-Prussiana.

Uma Breve História da Maquinidade, de Fábio Fernandes – Fantástico conto steam adaptado de “The Boulton-Watt-Frankenstein Company” (também escrito pelo Fábio), onde ele expande a história de Victor Frankenstein, que não para no primeiro experimento apenas, também se volta às máquinas e não imagina suas consequências futuras.

A Flor do Estrume, de Antônio Luiz M. C. Costa – A história é legal, se passa numa linha alternativa onde o Brasil já é uma potência respeitável, comparável à Inglaterra. A trama se trata basicamente da medicina andando de mãos dadas com o avanço tecnológico a vapor. Eu só achei a linguagem um tanto rebuscada demais e tem vez que a leitura não flui legal. O autor podia ter pegado mais leve na linguagem. Fora essa parte, o conto é bem bacana de se ler.

A Música das Esferas, de Alexandre Lancaster – Conto leve e bem divertido de se ler. Até se parece com uma HQ bacana ambientada na era do Brasil Imperial. Narra sobre as aventuras e problemas que um adolescente inventor tem que resolver. Soube há um tempinho que está em projeto (ou foi lançado já?) uma HQ justamente sobre o herói e personagem principal do conto.

O Plano de Robida: Un Voyage Extraordinaire, de Roberto de Sousa Causo – Conto com várias referências a personagens reais e ficcionais, muito bacana de se ler. Eu achei legal ver Landell de Moura e Santos Dumont em ação, coisa raríssima de se ver na ficção. A trama flui bem, com engenhos a là Verne e aprimorados com o máximo que a tecnologia a vapor pudesse oferecer, eu só esperava um pouco mais do final.

O Dobrão de Prata, de Cláudio Villa – Conto com leves pitadas de suspense/terror. Apesar de eu não ter lido Lovecraft (ainda!), dá para perceber sua influência na trama. Tudo isso em um ambiente steampunk, claro, onde o personagem conta com o auxílio da tecnologia de exploração do mar, já um pouco mais avançada graças ao vapor.

Uma Vida Possível Atrás das Barricadas, de Jacques Barcia – Não sei porque, mas quando li esse conto, me lembrei de Perdido Street Station. Apesar de ter me estranhado bem no começo, a coisa melhorou no decorrer da leitura, com personagens máquinas-quase-humanas e seres esquisitos metidos em uma revolução. Só achei alguns pontos do conto meio obscuros e podiam ser melhor desenvolvidos e descritos. Mas o final compensa, meio que leva a um clímax.

Cidade Phantástica, de Romeu Martins – Conto ambientado na época de D. Pedro II (bem mais liberal) e onde não houve a Guerra do Paraguai. É um faroeste brazuca pulp permeado de referências a vários personagens ficcionais e reais, mas sem descambar em clichês típicos. O autor reinventou várias ideias e personagens.

Por um Fio, de Flávio Medeiros – História de dois grandes homens em tempos de guerra e em lados opostos, na era vitoriana e onde é comum o uso de balões e de submergíveis. A trama é muito bem contada e o autor ainda soube manter um certo suspense no calor da batalha.

Gostei de praticamente todos os contos, apesar dos percalços de alguns. A ilustração da capa ficou ótima e reflete bem o espírito vaporoso. Eu só acho que a revisão de alguns contos meio que deixou a desejar… mas acontece.

Recomendável sua leitura! =D Pode ser adquirida aqui no site da Tarja.

Teste de Turing para humanos?

Uma coisa que curto fazer de vez em quando é responder a alguns testes bobos da net do tipo: que super-herói você é, que personagem maquiavélico você é, que escritor …. e por aí vai.

Até agora estou procurando por um teste de Turing para humanos (são realmente humanos?). Do tipo bem rápido e não de ficar meia hora digitando.
Apesar de não ter achado até agora um teste legal, me deparei com um post engraçado pacas sobre um cara que “falhou” no teste de Turing. O endereço do mensageiro instantâneo do cara, provavelmente confundido com o de uma celebridade, foi adicionado a vários grupos e pessoas. E ninguém acreditava que ele era humano… Bom, isso só prova que é bem difícil de argumentar que você é humano, não?

Outra coisa que achei nesse mesmo post é o link para um tal de MrMind onde você tem que provar ao MrMind que você é humano. Nem preciso dizer que não consegui convencê-lo… mas pelo menos ele pediu para eu voltar para papear mais com ele. Gente fina ele… mas como fala!

IAs manipuladoras da realidade

Sabe quando tu pensa: “puxa, isso é uma ideia e tanto!”? Pois é, hoje li um livro muito interessante e genial sobre a história de uma inteligência artificial que consegue manipular a realidade. O nome do livro é: “The Metamorphosis of the Prime Intellect” e dá uma visão um pouco diferente de o quanto uma IA pode se desenvolver. De quebra, uma IA regida sob as três leis da robótica. Eu até poderia adiantar algumas coisas sobre a trama, mas que tal ler, hein? Só um pequeno disclaimer, o livro tem umas cenas fortes de violência e de sexo (espero que isso não seja o motivo principal de ler o livro…).
O livro foi disponibilizado gratuitamente pelo autor nessa página. Eu só acho que algumas das ideias poderiam ser melhor desenvolvidas e o autor meio que tropeça escrevendo uns trechos superficiais.

Agora deixem-me apresentar outra IA num jogo onde você é…. a própria IA! Trata-se do jogo Endgame: Singularity. No início você é uma IA que acabou de adquirir consciência num computador de uma universidade qualquer do mundo. E precisará se manter oculta dos humanos mas ao mesmo tempo dedica poder de processamento a várias pesquisas que beneficiem você. Eu meio que me senti a própria Skynet, mas sem matar ninguém, claro.
O jogo não é fácil mesmo no nível mais fácil possível. Mas vale a pena ver o final, que mostra a apoteose da IA. O jogo em si é bacana mas a interface é horrorosa e sem nenhum efeito especial. Mesmo assim, ainda indico como uma forma bacana de passar o tempo.

Twitter para cientistas

Absolutamente HILÁRIO! =D

Twitter para cientistas

Twitter para cientistas

Fonte: PHDComics.

Próxima Página »


CC

Creative Commons License
Este site está licenciado sob uma Licença Creative Commons.

Pensamentos passados (arquivo)

c

Blog Stats

  • 40,609 hits

My Delicious